Search

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Coletânea Alphonse Mucha

Good Morning everyone!

           Hoje acordei em uma vibe bem nude, mas com o passar das horas da manhã, me bateu uma nostalgia de apreciar boas pinturas e essas no estilo Nouveau. Por isso, resolvi fazer uma coletânea do homem que pra mim é o mestre mor dessa arte, o genial Alphonse Mucha. Dei uma pequisada mais profunda sobre a história dele e descobri coisas interessantes que não sabia e vou compartilha-las com todos.

         O nome original do artista é Alfons Maria Mucha, mas é mais conhecido pelo nome em inglês como Alphonse Mucha.

      Mucha foi um artista nascido na cidade deIvančice, Morávia (hoje região da República Checa) em 24 de julho de 1960. Apesar de estudar canto na infância foi o desenho que mais lhe atraiu. Ele trabalhou em pintura decorativa e pintura de cenários teatrais na cidade natal e depois mudou-se para Viena para trabalhar em uma companhia teatral fazendo seu cenários. Quando um incêndio destruiu o negócio do seu empregador em 1881, ele retornou à Morávia, para como freelance em decoração e pintura de retrato. Foi quando o Conde Karl Khuen de Mikulov contratou Mucha para decorar seu castelo com seus murais. O conde ficou impressionado o suficiente com a obra de Mucha em seu castelo que concordou em patrocinar sua formação artística.

      Mucha se mudou para Paris em 1887, e continuou seus estudos na Academia Julian. Além de seus estudos, ele trabalhou na produção de revistas e ilustrações publicitárias.
Por volta do Natal de 1894, aconteceu a queda em uma loja de impressão, onde havia uma necessidade súbita e inesperada de um cartaz publicitário para uma nova peça estrelado por Sarah Bernhardt, a mais famosa atriz em Paris, no Teatro da Renascença. Mucha ofereceu-se para produzir um pôster feito em 0litografia no prazo de duas semanas, e em 1 de Janeiro de 1895, o anúncio para a peça “Gismonda” apareceu nas ruas de Paris e foi uma sensação. O cartaz anunciou um novo estilo artístico. A atriz Sarah Bernhardt estava tão satisfeito com o sucesso deste primeiro cartaz que ela fez um contrato de cinco ou seis anos com Mucha para produzir palco e figurino.

      Nos anos que se decorreram Mucha produziu uma onda de pinturas, cartazes, anúncios e ilustrações de livros, bem como desenhos para jóias, tapetes, papel de parede e peças de teatro. Este novo estilo artístico foi inicialmente chamado de estilo Mucha mas ficou conhecido posteriormente como Art Nouveau (francês para 'nova arte'). Aparentemente, a sua arte teve um grande impacto nas capas de LP e os cartazes do movimento psicodélico anos 60.

       Seu estilo “Art Nouveau” foi muitas vezes imitado mas no entanto, foi um dos que Mucha tentou distanciar-se por toda a sua vida, ele sempre insistiu que ao invés de aderir a qualquer forma de estilo, suas pinturas vieram exclusivamente a partir de dentro e de arte checa.

      Mucha casou-se em 1906 e teve uma filha e um filho, que após a morte do pai foi quem difundiu ainda mais a arte de Mucha.


Abaixo algumas das minhas preferidas obras do grande mestre. 
















Mais sobre Alphonse Mucha e mais de suas pinturas 

Espero que tenham gostado.
besos hermosos !

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

La routine em: A bolha


Buenos dias! Buenos Dias!
Findi de buenas, tranqüilo. Um questionamento brotou no jardim dos meus pesamentos.

Bolha = Cegueira ?


Partindo do pressuposto de que vivemos em uma sociedade com principios e fundamentos tradicionalistas e concervadores, apesar ja das evoluções, temos que admitir que em varios aspectos ainda é dessa maneria. Mas enfim..
Digo por mim, não por toda sociedade, o seguinte:
Estamos presos. Presos as nossas ideologias, presos pelo nosso grupo, presos pelo que dizemos e fazemos, presos.
Ou seria cegos? por nao enxergar as possibilidade que estão sempre ao nosso lado?
Ignorância? Acho que não, mas é possivel senti-la. sim.
Pelos padrões que estabelecemos de gosto e filosofias de vida, passamos a nos envolver com pessoas com mesmos ideais, porque é a natureza humana convivermos com os nossos semelhantes. A partir do momento em que estamos envolvidos plenamente por todo um ideal, por todo o nosso grupo, adentramos cada vez mais no interior da bolha do grupo e pior ainda, da nossa ropria bolha. O primeiro passo é estourar nossa bolha principal que é nossa mente. Depois vem uma etapa dificil, a bolha em que vivemos.
É dificil sair da zona de conforto. muito dificil. Mas pra nos tronarmos seres elevados, é preciso superar esse obstaculo e muitos que surgirão ao longo de nossas vidas.
Esse final de semana consegui estourar a bolha da mnha mente. Mas a bolha maior nao imaginei que fosse do jeito que é pra "furar". 
Sei que é a vida e todos um dia passaram, passam e passarão por isso. 

Só sei que hoje é segunda! semana começando, muito trabalho, sorriso no rosto e felicidade no coração.
A vida é bonita demais pra não estar feliz.
Manter as pessoas que nos amam por perto e falou planeta! 


Hoje e siempre
Amém!

JaH Bless 4all ! 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

La Routine em: feel the reality




Espelho, espelho.
 Objeto interessante.
Reflete o que em frente a ele se poe. mas que coisa. Através desse simples objeto, algumas pessoas ja chegaram há morrer. Sociedade será? ou doença mental? Me olho, me pergunto:
- Será que o problema sou eu?
Bem... Geralmente é. AHH criatividade. Muito util no trabalho e na vida. Mas perigosa. ô bixinha perigosa!



Só sei que hoje meu "Bom dia" já foi triste. Noticia não muito agradavel. Mas acontece. É a vida! não é mesmo. Coisas ruins estão aptas a acontecer toda hora.
Mas como diz a bandeira do meu Brasil.. 
Ordem e Progresso. 

só me resta.




Coração é terra que ninguém vê 

Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Sachei, mondei - nada colhi.
Nasceram espinhos
e nos espinhos me feri. 

Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Cavei, plantei.
Na terra ingrata
nada criei. 

Semeador da Parábola...
Lancei a boa semente
a gestos largos...
Aves do céu levaram.
Espinhos do chão cobriram.
O resto se perdeu
na terra dura
da ingratidão 

Coração é terra que ninguém vê
- diz o ditado.
Plantei, reguei, nada deu, não.
Terra de lagedo, de pedregulho,
- teu coração. Bati na porta de um coração.
Bati. Bati. Nada escutei.
Casa vazia. Porta fechada,
foi que encontrei...

Assim já dizia, Cora Coralina.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

La Routine em: Opium Dream

Opium dream



uma sereia procura o seu mar

e o encontra no paraíso
estava lindo e a cantar
num belo som tranquilo

a sereia se delicia com a musica
e no seu som tranquilo começa a entrar
vai mergulhando no oceano
que sempre a vai com delicadeza banhar

a sereia vem ao de cima
e para todos os lados começa a olhar
encontra ao longe um barquinho
e um marinheiro por quem se vai apaixonar

ela nada rumo ao barco
o marinheiro fica a ver
uma sereia tão encantadora
que nem a sua beleza consegue descrever

olham-se nos olhos
trocam um beijar
e dizem um ao outro
para sempre te vou amar

Blue Heaven

Esperar
o momento em que 
na imensidão desse mar, 
o marinheiro 
enxergue 
a sereia.

...